Eu e Você
Foram dias ininterruptos de paz e inferno
Cada vez que me distanciava,
Percebia estar mais perto...
Percebia dar murros em ponta de faca ,
Pois a relutância me matava,
Tinha que ser você?
Tudo isso preu aprender que a vida é cíclica,
Em movimentos de vai e vem
Eu inventava ‘poréns’
Adversidades desnecessárias...
A circunstancia do reencontro
Fez-me ver que nesse endosso,
Conspira, seguramente, uma força maior
Força da natureza, do amor, como queiras...
Às vezes sou Florentino Ariza
Em ‘O Amor em tempos de cólera”
Minha cólera, meu ardor, meu amor
É você, não posso, nem sei como dizer
Que a guarda cessou, que o tempo passou
Que os anos guardaram na lembrança
Encantada poesia, fantasia de adolescente
Que impede que nosso desfecho seja diferente
Do programado por mim...
Iludir, eis-me aqui!


0 Comentarios:
Publicar un comentario
Suscribirse a Comentarios de la entrada [Atom]
<< Página Principal