martes, 13 de julio de 2010

Devaneios


Acerco-me de ti
Ao ler teus poemas,
Escutar tuas canções,
Já conheço teu gosto,
Naveguei nesse endosso
Modo de estar a teu lado!

Sentir teu abraço,
Quando sei onde estás
Mas não quero chegar,
Um verso endereçado
E estaria de novo perdida,
Por que a gente tanto se evita!?

Porque nos conhecemos
Nessa estrada terrena do ir e vir
Que já não mais me serve...
Mas as lembranças, ah as lembranças
São fatais...

Somos ainda iguais...
Por que crer que será diferente?
De repente me aproximei
Quase me queimei,
E á realidade, voltei!

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