Desconhecido
O semblante que não sei,
Quiça nunca conhecerei...
Sua materialidade me impede
Tratá-lo com poesia...
Revestido por proteção medieval
Capas, roupas, aço, matéria sem igual
Não sei incomodo, não se sei se posso
Continuar a cantá-lo...
Que espero??? Nem um abalo...
Se teu rosto se ilumina de doçura
Sua postura virtual é uma incógnita!
De todos o mais difícil, mais impenetrável
Não sei se canto, não sei se calo...
Não desejo uma resposta pronta,
Não desejo imortalizar o fortuito,
Desejo uma graça nesse infinito
De coisas boas que se nos ocorrem
... ao acaso!!!!


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