domingo, 13 de marzo de 2011

Desconhecido

O semblante que não sei,

Quiça nunca conhecerei...

Sua materialidade me impede

Tratá-lo com poesia...



Revestido por proteção medieval

Capas, roupas, aço, matéria sem igual

Não sei incomodo, não se sei se posso

Continuar a cantá-lo...

Que espero??? Nem um abalo...



Se teu rosto se ilumina de doçura

Sua postura virtual é uma incógnita!

De todos o mais difícil, mais impenetrável

Não sei se canto, não sei se calo...



Não desejo uma resposta pronta,

Não desejo imortalizar o fortuito,

Desejo uma graça nesse infinito

De coisas boas que se nos ocorrem

... ao acaso!!!!

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