jueves, 14 de abril de 2011

Estórias de Poesia...

Naquela manhã de outono, Lilica lia os contos dos irmãos Grim.
Ouviu uma voz diferente na floresta e foi ver... Sob uma rocha
murmurava em palavras altas a Poesia... Desisto, não mais insisto!
Ele jamais me entederia, a ele dei o que ninguém conseguira a chance
de dar-me um beijo!!!

Ocorre que Poesia sabia, que seu princípe al revés ,
não era nenhum Eduward da série Crepúsculo. Esse, enquanto
vampiro, conseguiu conter o frenesi, ao sugar o sangue da Bela
em situação emergencial. Se o seu instinto de vampiro falasse
mais alto, ele poderia matá-la, ainda sem coração, Edwuard logrou
a coroação no limite estabelecido!!!

Evidente que a morte em questão é figurada, Poesia não era a Bela,
nem havia amor na esfera de suas palavras. Mas o princípe al revés, sabia de
sua condição, princesa de liberdade limitada... Um beijo podia
libertar sua alma e mais que isso matá-la para SEMPRE!!!

Palavras, palavras... Poesia era irresistível demais,
e o princípe al revés , seguramnete, não se conteria diante de tanta alegria,beleza, ritmo... Poesia embora queresse, não podia procurá-lo, insistir,desejá-lo, respeitava seu estado, seu limite e instintos de "predador".

Lilica, apreciava as leituras que tanto lhe agradavam... Na rocha no ônibus,
aquelas narrativas a animavam... E se surpreendia como a personagem Poesia
tanto se inspirava para situações cada vez mais íngremes!

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