jueves, 4 de abril de 2013

Mais uma vez estou aqui... É que estranhamente gosto de ti: o menino que tinha gosto de poesia! Pensei ter sido um devaneio a noite em que te conheci e feito as irmãs da Cinderela que esperaram ansiosamente pela hora singela da meia-noite, eu esperei para ver se o encanto se desfaria – não se desfez. E hoje és tu minha imagem preferida, meu verso, minha poesia que me convida a escrever. És a pena da poeta, és o ar de minha janela que ventila o meu ser. És manhã em meus pensamentos, os versos de contentamento que me fazem enternecer. E ainda que Fernando Pessoa tenha me alertado que “todas as cartas de amor são ridículas”. Sinto-me na obrigação de pedir-te desculpas pelo ato indevido de traduzir infinitos conjuntos que me fazem suspirar. Ah, ah, ah... Quanto tempo não escrevo, sinto vontade de contar a consagração do instante primeiro em que te vi. O menino de beleza ao quadrado (se é que me entendes...). Me enamora demasiado tua beleza de alma, a beleza que invade minhas memórias, me faz dizer assim essas coisas simplórias que dá brilho ao meu dia e espero que ao teu. Se você já percebeu és o Romeu dos devaneios da Drica... (rs!) P.S: Estás PROIBIDO de mandar eu parar, eu que escrevo desde pequeninha, como diz Shakira, “me enamorei por primeira vez ao quatro anos”, sorrio quando vejo as pessoas se queixando por não encontrarem alguém especial, eu me queixo quando não há alguém genial que me suscite a vontade de escrever, o verso a mim se impõe.... E eu só faço dizer!!! Bj, “Seu Lindo”!

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