jueves, 23 de septiembre de 2010

Amanhecendo

Pela primeira vez, ela começava a sentir-se mais perto do fim que do começo. Na multidão, ainda se sentia única e as imagens dele ainda lhe vinham... A angústia maior era pela sensação de haver perdido. Sentiu pela perda de tempo, quanto investimento foi feito. Ele tomou sua decisão de direito. E agora ela ansiava em um para sempre, em um definitivo, como se o transcurso da vida nos pertencesse...Ai, se sêsse!!!

Se todas as vezes que desejasse, em fração de segundos, aquela chama se apagasse... Mas ela volta, intensa e decorosa. Alterando equilíbrio, sentidos... Lá fora do seu mundo tudo é tranqüilo, mas em seu íntimo, se era aquele menino, perdia capacidade de raciocínio.

Ocorre que nas últimas semanas, tem descoberto que não é amor. É um sentimento semelhante traz lágrimas, esperança e o silêncio. Não Dele que seguiu seu caminho. Mas da voz interior dela, aquela que determina o ritmo de nossas próprias janelas. Ela tem se lido mais e percebido que nesse processo de veneração, esse que antecede tanto paixão e amores, foram silenciados seus adolescentes ardores. Aquela incrível mulher, que fala e encanta, que vê nas dificuldades desafio, se anula, sem ventura, se assunto é amor.

Morrer de amores sua expressão predileta, que revela toda sua entrega, não vive de amor, se flagela como boa e excelente discípula do Romantismo. Esse conto poderia ter fim trágico, como de um pesadelo ela desperta sóbria, como é em todas esferas de atuação, assume o ritmo e a esse menino acena em despedida do passado. Nesse estado envia saudação. Imersa no paraíso real de seu querer.

1 Comentarios:

A la/s 24 de septiembre de 2010 a las 6:08 p.m., Blogger "M" dijo...

besosososos , eres una de las poetas mas exquisitas a la hora de esgrimir la pluma sobre el papel...( o sobre el teclado) jaja

 

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