viernes, 22 de octubre de 2010

Um de gole de você pra mim

As verdades não se sustentam
O desejo de mantê-las é vencido
Traído pelo insuportável estado de solidão
Não se deseja a rima, tampouco recriação
O olvidar o anima, aniquila a decisão...

Quero a sorte de um amor tranqüilo
Amores tranqüilos não têm vida,
Amores tranqüilos não envenenam
Tampouco não sacam tristeza violenta
Por um gole de existir...

Se das estrelas caíssem racionalidades
Se dos céus despendesse a verdade
Que eu me apegasse e deixasse de ser seu
Mas não cai nada... Só adversidades

Nesse tempo que não passa – o seu e o meu!
Digo-me todos os dias que passará
Minto pra mim mesma, pois não se apaziguará
Ainda que eu creia que o eu deveria fazer...
Estar feito!!!

1 Comentarios:

A la/s 24 de octubre de 2010 a las 8:34 a.m., Blogger "M" dijo...

Hola ADRI!!!, COMO VOCE ESTA!
QUE BOM REFLEXOES, DEIXANDO SUAS LETRAS...

ATE, A PROXIMO ENCONTRO...

BESOSOSOSOSOSOS

 

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