
"Tava pensando em nós dois, buscando um jeito inédito pra falar de amor..."
Por ele eu nunca me apaixonaria e eu sabia disso desde o princício...É que meu coração também tem um radar, meu alívio, que à longa distância identifica... Aqueles que são poesia, daqueles que trazem o sabor da vida na pele inscrita! E ele sugeria experimentação...
Não, não era um sujeito para ser pensado na solidão, caso isso acontecesse podia gerar qualquer tipo de combustão no terreno àrido da emoção... Ôh menino rústico... Era um sujeito pra ser pensado em qualquer momento pouco inusitado, nada de especial, ele sugere acasos, acasos...Uma forma leve de ler, falar, escrever sobre amor...
Tarefa difícil, falar de amor a partir das pedras... Nisso eu vejo como epopeia mais bela, o fato de nada precisar esperar do outro... Que virá de terreno de pedras? Decepção nem se cabe nessa esfera! É um tipo de representação imagética contrária à romântica - perfeita. É uma representação que em qualquer ponto parado, já vale a trajetória pelos ser, em efeito, enamorado. Porque se trata de um história que por si só tem siginificação própria, sem elementos extras... Laços românticos!
A partir de tudo isso, só evidencio, que por ele nem por um breve desvio de racionalidade, eu me apaixonaria... é um menino TÁTIL e não apenas poesia!!!
Um jeito fácil de falar de amor... Sugestivo!


1 Comentarios:
Bem me quer, mal me quer...
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