jueves, 2 de junio de 2011

Meu amor,



Por que eu te perdoaria?“Como diz a música você me dá sorte,
Sorte na vida...”.Toda vez que você me contraria
Algo de muito bom acontece, seria minha idéia que amadurece?
Seria o fruto que cai no solo e recomeça tudo outra vez?
Não sei... Não sei...Sei que dessa vez foi fantástico...
Ainda não posso revelá-lo...
Sabe que que é...Necessito de muitas emoções
Dizem os amigos...E quando uma porta se encerra
Abre o infinito, agora tão preciso, como um céu azul em dia de verão,
Amo essa estação, a que te conheci.... Não sei definir minha estima por ti
Sujeito rústico por excelência...Não me escreve poesias,
Nem me manda flores, Não me diz uma palavra de amores,
Inexplicavelmente é uma lembrança gostosa
Que gosto de ter...Solteiro?! Claro, tinha que ser...
Pré-requisito básico pra ser muso da “dica”,
Odeio casados, comprometidos...Ixe...dá agonia...
Pergunto mais uma vez por que te perdoaria?
A resposta talvez esteja na melodia de canção
Jamais vista – aquela de que aluna nenhuma tua
Jamais saiu sem aprender os acordes de instrumento...
Musical, enquanto bailarina bailo de contento por a música
Que nunca ouvi, mas que aprendi a amá-la através
Da sensibilidade e um dos sonhos de realização quiçá seja
Um dia aprender de verdade – junto ao mestre -
As notas de violão...
Ritmo querido que embala e alimenta meus sonhos vãos!

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