
E agora que teu silencio é constante ao telefone do meu quarto, sábados, domingos ou feriados, paro e penso no destino – tantas vezes silenciei por embaraçar-me nas palavras, e agora tu que és tão hábil com as mesmas, por que te calas? Essa coisa do coração é mesmo um idílio, um sempre está onde o outro há partido...


0 Comentarios:
Publicar un comentario
Suscribirse a Comentarios de la entrada [Atom]
<< Página Principal