Durante algum tempo, cantei as notas de um amor falido, embalei o hino, ritmo, de infinitas saudades e enxuguei lágrimas que pesaram em meu semblante de princesa... Agora, que os anos pesam sem leveza sobre os ombros e a visita da sabedoria já não é mais tão surpresa, me dou conta de que lágrimas foram apenas lágrimas... Jamais irrigarão outros jardins, jamais levarão esperança para quem sofre na seca da angústia, da autopiedade, da adversidade, foram águas, lágrimas, desperdiçadas... E se o desperdício é um ponto crítico no nosso tempo, crucial é quando entendemos que podemos fertilizar muitos corações... Iluminar muitos olhares, abrir muitos sorrisos... E assim nenhum amor aos nossos olhos é falido, porque o hino maior por nós passa a ser emitido - o AMOR á VIDA – sentida e expressa de forma coletiva por aquele que está do nosso lado! Pense nisso!


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