domingo, 8 de febrero de 2015

Vc sabe que eu escrevo, né? (rs) E hoje eu escrevi depois de falar c vc... Para mim, escrever e não entregar é sepultar o verso dentro de si... A vaidade ainda não me permite essa elegância – da palavra silenciada, do pensamento abafado, na verdade, quando os textos me ocorrem assim ao acaso é com alegria que os registro! Não mais que nada... Apenas isso! Além disso, meu professor dizia que todo poeta tem suas musas...rsrs (ou muso!!!)rsrs

Nostalgia
O verso que me inunda nesses tempos de seca me devolve a minha vida inteira...
Dos tempos de poeta aos amores impossíveis. Se possível fosse abraçar o passado.
Encontrar o acaso e sorver o gosto inocente do que comove a alma da gente...
E a gente fica assim um tempo a experimentar a contento lembranças,
Era tão jovem, tão criança... Quando tudo aconteceu, ou não sucedeu...

O verso que me inunda nesses tempos de seca é a esteira do porvir...
É o que foi e sempre viverá em mim... O amor pela falta, do que não afaga
Na inocência desejante por maçãs flutuantes que não comovem mais
Não por seu sabor sempre atrativo de música de fim de tarde ao ouvido
Mas pela experimentação de outros desejos, mais benfazejos a mim e...
Quiça ao mundo inteiro...

Mas esse verso que me inunda e percorre minhas lembranças
Desde tempos de infância é uma relíquia amada e possível
Nesse gosto etéreo de carinho que visita a gente de mansinho
E fica conosco – num endosso com muito gosto!
E se a palavra nos devolve à infância perdida, aqui estou a cantar

A melodia que me ocorreu... Quando meu olhar encontrou o seu!!!!

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