Sol e lua – estrela satélite
Hoje não tem som, nem poesia
Hoje passa a vida vazia,
Mas você chegou...
E invadiu meu espaço
Com campos literários
Sorrisos adocicados
Sol e lua – encantos inesperados
Constituis a gênese da Via Láctea
Onde nasço e renasço todas as manhãs ou anoitecer
Reúnes toda beleza da Grécia Antiga,
Poesias do tempo que eu nem existia,
Vejo em teus traços, no teu abraço
Em tua capacidade de fazer mágico
Nossos instantes...
O quanto é bom tê-lo – irmão – amante...
Engraçado que enquanto te sentes perdido
O vejo encontrado, meu coração desesperado
Com medo de desprender-se de ti segurou-se
Nas bases do teu insólito firmamento,
E nesse momento não sente nenhum lamento,
Só a certeza de que foi agraciado pelo encontro...
Sabe de uma coisa, hermanito, acho mesmo,
Que o verbo amar não resume o quanto se revela
Essa constelação de estrelas tão belas
Derramadas sobre minha alma ao pensar em ti...
Devolve-me a paz e a inspiração – ¿de resto?
É dispensável qualquer razão!
te amoooooooo!!!!!


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