Prisões...

Mais uma noite em cárcere
Aqui não o vejo o luar
Tampouco alguma medicina
Que faça meu corpo parar de sangrar
Tentei amá-la em indizível escala
Não me alimenta esse amor romântico
Quem irá salvar-me nessa noite fria
Em que não há formas de acalanto?
Tentei acreditar em bondade,
Em melhor sociedade, os sonhos se diluíram;
Ela não entende o homem que ama
Não mais pertence a sua chama adolescente!
Reúno fragmentos do que sobrou,
Um sorriso, um olhar, partes de amor
Não sei até onde essa experiência me humaniza
Não sei se sou fogueira, ou cinzas...
De algo ela muito valorou, seu primeiro amor!
Amor que me abandonou nesse cárcere...


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