martes, 20 de septiembre de 2011

Devaneando...


Estudar língua estrangeira ouvindo música romântica deixa a gente tão maleável, ao acaso às lembranças, ao não realizado!
E eu vinha assim pensando no amor e em sua concepção ao longo do tempo, da idade...

Antes o amor era tudo pra mim, era o vendaval que nos invade e se instala mansamente como brisa no peito. Era fonte de energia viva como o líquido incolor, inodoro e insípido que consumimos todos os dias e, fundamentalmente, essencial à vida.
Hoje, não! Amor pra mim é só poesia. Registro de que deve haver algum colorido no dia dia.

Você & Eu
Tens medo! E eu te espreito de soslaio, não com a dúvida do meu verso, mas com a certeza de um itinerário de que acontecemos, ou aconteceremos, ou não... Quiçá, apenas chuva de verão... Que importa é essa tristeza ou alegria de estar contigo, a poesia instaurada em meu íntimo desde o dia em que te conheci.

Prefiro não falar dos teus braços atrativos, nem de tuapele sensual, porque qualquer dado material finda minha poesia. Daí, não existirão mais sonhos, nem melancolia pela “representação do beijo” desatino que ainda me envolve por inteiro. ( Recuerdos y recuerdos de más una noche de verano!)

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