miércoles, 14 de septiembre de 2011

Eternidade!

Eu sentiria pela palavra não dita,
Pelo beijo não dado,
E por tantos pecados cometidos
Naquela noite e em meu itinerário,

Se não nos houvesse a eternidade...

Ah, baby, eu sentiria como os homens
Que sentem a frieza dos dias de chuva,
Ou como a pétala à espera do oxigênio
Se eu jamais pudesse ver –te!

Tua alegria, teus sinos metafóricos
Sacam de qualquer alma o ódio!
Constituem o anúncio de um novo tempo!
Terreno marcado por muita autonomia...

Me ensinaste sem saber que a poesia
Me habita e abandoná-la é arma
Mortífera que dilacera meu ser
E faz-me esquecer de que amar
... vale a pena!

Eu sentiria por tudo isso, se naquele dia,
Não houvesse Te conhecido!

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