domingo, 13 de noviembre de 2011

Embarcação

O barco se aproximava da praia
Por onde o pescador andava?

Entre a areia e alto-mar um mundo entre eles..
Entre o que eu tinha e minha vontade de mudar
Um universo se transpunha em deveres...

Quantas espécies revelava o oceano?
A diversidade não se contemplava em meus planos?

E o pescador mergulhava para voltar-se a sua amada,
Quando eu voltava ninguém nunca me esperava...
Como sereia solitária, eu repousava em rochas
Aquelas as que eu devia as noites mais gostosas
Da infância, com esperanças, sem amores pueris!

Como o pescador meu alimento está sempre muito distante
Por isso meu passo errante que nunca indica minha volta,
Estou a deriva há algum tempo, sem respostas...
Com o azul desse mar que muda a cada hora!

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