martes, 1 de noviembre de 2011

Lucidez

Nesses intervalos de lucidez,
Percebo minha insensatez ...
Em querer o inatingível,
Mas todos amantes amam
As estrelas, seu brilho...

Meu bem, entender-me
É mesmo difícil...
Não sabes que toda sinfonia
Mozart, Beethoven, nenhuma,
Consegue ser mais suave,
Que aquela tocada em minha alma
Quando estou apaixonada...

Eu bailo sozinha, acompanhada
Sei que és a brisa que me faltava,
O frescor do entardecer,
É uma pena não ter você!
Te foste com tua música,
Teu perfume, o beijo não realizado,
Mas teu ritmo vibra em mim
Como se fosse teu violão...
Cujas cordas ficaram presas
Nas paredes de meu coração....
Por isso é tão difícil esquecer-te!

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