lunes, 30 de enero de 2012

Ando cansado

De tentar esquecer o inesquecível
De tentar dizer o indizível
Nessas folhas amareladas...

Ando cansado de haver te conhecido
De teus braços, de teus símbolos
Plasmados em minha memória...
E agora que faço com essa história?

Com teu sorriso de sete faces,
Chaves para meu desejo
Só nele te vejo e te sinto a distancia

Ando cansado de haver te conquistado
Em caminho árduo nesse coração gelado
Então pergunto e agora que faço?

Se você fosse como os outros
Seria fácil....
Bastava uma chamada e estava desfeito
O desembaraço...

Mas não....
Você teima em ser essa pessoa sagaz
Que quer e desfaz do seu objeto de desejo
Em sua “repulsa” há um convite cotidiano
Preu navegar em suas águas...

E o que se faz com esse convite?
Aceita, queima, rasga?
Ando cansado desse caminho que
Eu mesmo escolhi...

No dia em que te conheci
E vi corpo tão atrativo, eu podia ter fechado os olhos
Eu podia ter tampado os ouvidos...
Se eu soubesse que seu canto me invadiria
Como a melodia mais original de todos tempos...
Eu ficaria! Juro que ficaria longe de você!
Bem como agora eu fico em intento inútil de
Te esquecer....

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