Interfaces do amor
Queria saber descrever o que me entristece
Há momentos de absoluta certeza ou prece
De que fazes partes de qualquer correnteza
Dos rios que cortam a vida...
Há momentos que sinto como se fosses o sangue
Que corre em minhas veias....
Dunas de areia... caracol de histórias...
Por que me procurar agora se não me queria?
Por que brincas tanto comigo?
Quando conheces o motivo de minha alegria?
Posso brincar de amar, mas com você
Somente com você entendo o sentido de viver,
E sonhar...
E agora nesse firmamento que Deus me deu
Não faz sol, nem faz chuva, faz um silencio
Tremendo que me inunda de tantas dúvidas....
O desejo permanece o mesmo,
O que não permanece são as dores,
Essas mudam as cores do meu sentir...
Me disseste não tantas vezes...
E a negação em mistura com essa aproximação
Prazenteira, essa coisa infantil, meio à sua maneira
De demarcar lugar ou posse me faz estar distante...
Há muito tempo não te escrevia,
Nem pensava em você, porque acho mesmo
Que não vale a pena, não vale a lágrima
Não vale mais nada...
Nem mesmo essa ilusão que teima em persistir
Quando digo pra mim que já não faço mais parte de ti...
Onde está você Diadorim?! Pergunta meu coração,
Porém meu eu não mais quer ouvir...


0 Comentarios:
Publicar un comentario
Suscribirse a Comentarios de la entrada [Atom]
<< Página Principal