martes, 9 de noviembre de 2010

Silêncio

Desapareces se entregas ao silêncio
Sentes ciúmes dos últimos versos,
De nada valeriam explicações....
Não entenderias minhas razões!

Mas segue tudo, tudo igual
Não falo, tampouco o vejo,
Segue tudo do mesmo jeito
Eu e meu platônico amor!

Como bom escritor sabes...
A poesia se impõe ao poeta!
Se eu pudesse delimitar a esfera
Do que eu lírico me escreve...

Lembra-te que o brilho do nosso dia
É intransferível, assim como o sentir
Pelo muso antigo, experiências distintas!
Valores supremos...

P.S: Ainda que te recuses a falar comigo,
Te amarei por tempos infinitos, porque sos
Mi hermanito preferido... te amoooo!!!!

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