Sozinha e as lembranças
Tantos versos expressos
Dor, desejo e lágrimas
Vida ofertada tempo
Permanente...
Como pedra imponente
Tropeça de degraus tão elevados?
Intento, inutilmente, recuperar pedaços
Restaram só estilhaços...
Saudade da paixão aquitetada
Cada querer anunciava
Como minha alma sangrava
Hoje apenas sucessivas náuseas,
Teu nome espessura do nada
Era em seu nome que o verso
Se apresentava, hoje nem um fonema
Se expressa nas veias abertas da lembrança


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