martes, 3 de septiembre de 2013

hoje, não sabia que escrever...
O corpo exausto da energia gasta ontem,
artigos, análises de papéis, sorrisos (isso me é exigido em meu ofício)
desafios vários, o corpo à noite sentia-se embriagado - de cansaço?
Não! De sentir-se renovado com tua lembrança!
Corri à noite na orla, ahhh quanto tempo não fazia isso...
Era como se pudesse ver o sol do infinito, embora o sol renascesse em minha alma. Eu estava feliz! Porque o exercício de olhar pro que a gente quer é renovador... E como sabemos que a vida não é linear e não obedece à lógica... Eu não podia reprimir o meu desejo de estar aqui!
Que era mais lógico, senhor historiador? Indagar profundamente as causas da corrupção no Brasil? Investigar a alta do dólar? A seca no nordeste? Eu ando farta! E é na tua palavra calada ou em tua lembrança barulhenta que a vida se esquenta no movimento sensual exigido no cotidiano! Era nessa loucura indecifrada que eu encontrava no oásis das palavras razões para criar. Einstein dizia que a mente que se abre pra uma nova ideia nunca mais  volta ao mesmo tamanho. Pensar em você me abre o infinito...  não sabia se meus textos eram lidos, mas era preciso acreditar nisso pra encontrar a inspiração e seguir vivendo com a graça e ousadia prescritas pela vida!!!!

Eu gosto de você só porque existes... E porque vi poesia em movimentos
que não estavam nas palavras... Vi poesia nos dois extremos da vida desenhados por ti - infância (Pablito) e os avós. nesse interlugar, fiquei em encantamento... Mas isso vc já conhece!!!
te deixo grande beijo, hoje faltou-me inspiração... Mas escrevi porque esse exercício mantém vivo meu sorriso da face e acesas chamas que, se não acendem nossos corpos, aquecem o universo... beiiijosss, com gosto de que te espero...

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