Se a escolha das palavras era zelosa, pois era importante a comunicação com o Poeta, cuidado maior era para não enfadá-lo! Provocma-me efeito raro esses instantes... Tua lembrança suscita-me a contemplação do belo!E como eu explicaria? Senão no reino da fantasia? Eu não podia... Sei que eu produzia com tua lembrança, tua lembrança é alumbramento em minha alma, e qualquer palavra faz-se desnecessária diante dela. Freud me dizia que eu tinha que obedecer o meu desejo. E, por isso, eu escrevia... E você jamais entenderia, como eu também não, o brilho que assumia o meu olhar, quando me envolvia com essa coisa de poesia... Também não tenho explicações e por não tê-las, eu aproveito esse devaneio de tê-lo nas lembranças! Embora ache que aquele impulso primeiro não terá sido apenas devaneio..Mas isso só o tempo dirá. Pra tua semana começar, desejo-te a intensidade singela de setembro, cores, flores, é um novo tempo!


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