sábado, 28 de agosto de 2010

Versinhos de amor...

Joaquim, meu amor por você
É como qualquer experiência espiritual
Desejosa e transcendente do plano material
Se estás comigo minha fé é cega,
Vejo flores e corações entrarem pela janela
Eu não queria confessar, mas por tantos anos
Consegui negar que ainda te amo...
Não sei o funcionamento dessa forma de amar
Nem importa, passe o tempo que passar...
A magia continua, porque em ventura...
És um sujeito que eleva a palavra
“ não estou à altura de sua caneta...”
Eu sei que és mortal, não te preocupes...
Mais a porta que me descortinas...
É de uma fantasia só minha....
Por isso um mar sem fim de admiração,

P.S: Ao escrever pra você recordo-me do slogan dos alcoólicos anônimos...
Evite o primeiro gole!

domingo, 22 de agosto de 2010

Sentidos

Quando te vejo, Joaquim,
Quase não sinto meu corpo
Teu cheiro no travesseiro
Gosto de nuvens de algodão
Tento sim aterrisar, mas se é você
Não sei entender os batimentos
De meu coração...

Rejuvenesço ao rir à toa
Esse sorriso de gente boba,
Essa maneira de ser criança,
È de grande relevância vê-lo!

Uma vela de desejo sopra...
A hora de decidir, meu iludir
Por apenas um dia valeria a pena,
És meu suspiro a cada segundo,

Para que falar em tempo
Nesse mundo? Pensar em você
É ordem vinda do alto...
Alto da cabeça, alto do coração
Driblei as leis do tempo...
Permaneci em solidão,
Tinha de te encontrar, e agora
Joaquim?! É só sentir...

Nós dois!

Quando penso que sou senhora de mim
Que te esqueci, que não penso em ti,
Vejo-me encantada por teus versos,
Tua poesia, tudo tão parecido com amor...
Sinto-me embevecida por nós dois!!!!

Ocorre, meu amor, que fugi por tempos
Viagens de diversas naturezas,
Mas essa beleza que me ofereces,
Jamais encontrei noutras esferas.

Há muito não sonhava acordada
O tempo não apaga a ternura de sua voz,
Logro o silêncio, não penetras meu pensamento
Mas sei que te amo...

Não sei que será do amanhã,
Desfazem-se planos tão sólidos,
Tudo tão etéreo por isso tento apreender
No infinito do meu íntimo esse sentimento!
Lindo, lindo... como o vento! Como Eu e VocÊ!

jueves, 12 de agosto de 2010

Dia a dia

Aquela manhã tinha tudo pra ser diferente.
Podia ser triste, ou indiferente a tudo que passa,
Mas ela em trapaça driblou o estado do seu coração,
Acordou, despertou a solidão, escovou a tristeza,
Substituiu o tradicional café por um gole de aptidão;

Chegou ao trabalho varreu a preguiça,
Lavou as panelas sujas, ariou a auto-estima
Todos a olharam, e se perguntaram
Que passou com essa menina!?
Ela colocava cada coisa em seu lugar...

Tirou aquele móvel empoeirado e usado há anos
Trouxe um novo...Não lançou ao lixo o primeiro,
Pois acredita que novo e velho coexistem....
Cada dor em sua prateleira, poeira, poeira...
Lembrava da filosofia – do caos emerge a ordem!

E aos poucos aquele cheiro de limpeza,
O corpo já não reunia as forças da manhã
Decidiu ir pra casa, com o controle ligou
O descanso, “zapeou” programas de juventude
E pela primeira vez se viu como protagonista
Daquela série...

lunes, 9 de agosto de 2010

Despedidas descobiertas

Pienso en ti, Nuestra caminata...
No hay magoa!

Fuiste sí regalo, ángel
Surgió en mis planes
Iluminó gran fantasía
Aprazible a mi corazón!

No registro la ausencia
Registro el cariño,
La emoción vividos
Lindo y verdadero!

Fuerte, pasajero
Nuestro encuentro
Tiempo necesario
De decirmos juntos
Te amo...

Las almas ya sabían
Los cuerpos no...

domingo, 8 de agosto de 2010

Lamentable

"Ninguém nasce odiando outra pessoa pela cor de sua pele, por sua origem ou ainda por sua religião. Para odiar, as pessoas precisam aprender e, se podem aprender a odiar, podem ser ensinadas a amar." Nélson Mandela

Un día amanezco y hago descobiertas
Tus palabras sueñan como gritos
En mis oídos hay pesonas de mal corazón
Es tan difícil creer ...

Hay personas que poco saben que es vivir
Aún atadas a las corrientes del egoísmo,
Del deseo por dinero, por eso abandonan
Valores, amistad, todo es tan evasivo...

La cabeza aún azotada de ideas pues es...
Incompreensible esa capacidad humana
De destruir la propia especie...

Lo que me duele no es esa estraña forma de vivir
Lo que me duele es no poder contribuir...
Para que te cambies en alguien mejor!!!

Pues todo lo dicho es simplemente lamentable!

sábado, 7 de agosto de 2010

viernes, 6 de agosto de 2010

Sonho de uma noite de verão e de todas estações...

Despertava de mais um sonho, como personagem de Sonho de Uma Noite de Verão. A sensação calorosa de que o vivido não havia terminado. A cama era convite àquele estado de prazer em desmedida. Reuni energias, espreguicei-me e lá estava diante do espelho, não para saber se havia outra mais bonita que eu, mas para confirmar minha beleza interior. Seria tão bacana se a beleza valorizada nas sociedades fosse aquela encontrada no sorriso de soslaio, no olhar desinteressado, ou aqueles sem nenhuma altivez. Assim, envolta nos pensamentos revivia mais uma vez...

Na praia marcada, lá estavam eles. Como tantos outros encontros, eles poderiam esperar quem falava a primeira palavra. Mas não, ele a olhou e ela com seu brilho de fada ensaiara o fragmento da canção do momento, aprazível àquele instante – " Arrumei a casa, preparei o coração, esperando tua chegada tão sonhada...”. Ele sorria, embora a denominasse de poetisa, não conhecia sua versão cantante. Ele surpreso, logo disse, que voz linda, Dri. Nunca cantaste pra mim. É verdade, a Dri pouco cantara para ele. Mas é que tudo na vida exige seu momento. E o canto era simbologia de muita alegria, expresso pela alma da poetisa, quando havia muitas convivas de sabedoria por instantes de coragem.

Ele a analisava minuciosamente. Incrivelmente, nada havia mudado. O sorriso lindo, o olhar tímido. E um abraço aconteceu, assim como o amor ocidental de Julieta e Romeu. Naquele momento, parecia mesmo que as coisas não sabem as força que tem quando precisam acontecer, como diria Caetano. A brisa, o mar, o ritmo de um amor, por vezes, tão desencontrado, mais em comum o estado de paixão, querer, ilusão dos jovens apaixonados.

A Dri fitou o Carpe e em palavras em tom baixo lhe disse – O meu amor nasceu de uma brincadeira. Tudo na vida é ilusão e só a ilusão é verdadeira. A verdade é mentira porque é o comum, o vulgar. Amei-te querendo fazer desse sentimento uma parada de gozo super fino em que ambos nos esforçássemos para dar a cada um a ilusão. Nunca se desengana uma mulher porque não se mata a ilusão. Eu amava um ser idealizado, que seria chocante se fosse verdadeiro... Nunca, ingênuo rapaz, queiras ser verdadeiro nas coisas do sentimento que ama a ilusão.

O Carpe, então, percorre suavemente as mãos pelo rosto de sua bela e diz – cara Dri, jamais desenganaria uma mulher como você. De todas as noites, as mais preciosas, foram as que tive o perfume das rosas em minhas mãos. Todas me remetiam a você, assim como em todos carnavais em que minha fantasia preferida era estar contigo, desperto ou dormindo, inspiraste meu sono. E justamente por irrigarmos, ou cultuarmos, essa ilusão que hoje mais uma vez reitero o verso daquele que outrora foi nosso hino preferido, “ Pra que te espero de braços abertos se você caminha pra nunca chegar, te esperarei eternamente...”. E como tantas vezes tentei te dizer... Você é e sempre será a minha Dri, minha pequena Eva...

Aquela manhã, o espelho jamais conseguiu ser fidedigno ao que se apresentava em face e corpo da Dri. O espelho acentuava o sorriso bonito, o olhar brilhante. Mas aquela alegria contagiante de quem reencontra o grande amor o espelho não mostra. Porque essa beleza, não está à mostra, está para ser descoberta à medida que abrimos janelas de nossas alma e descortinamos nosso sentir. Assim, que se viva o porvir em sonhos de noite de verão e de todas estaçõesssss!

miércoles, 4 de agosto de 2010

Abertas inscrições para musos

Vinha caminhando por essas ruas que não dão em lugar algum, quando de repente vi uma placa em uma casa que dizia: Inscrições para musos abertas. Pareceu-me estranho tal anúncio, já que em plena era globalizada, um anúncio com quê de fada... Eu precisava conferir... Daí, entrei, fui bem recepcionada e me saiu uma senhora com cabelos desgrenhados que começou a contar-me o motivo daquela seleção.

Minha filha, sempre fui uma mulher de muitos sonhos, vendedora ou compradora de ilusões, como dizem. Mas tenho vivido muito solitária, a juventude, a fantasia passara e levara consigo meus mais preferidos musos. Os últimos foram um baiano e um argentino. O que tinham em comum? Ambos poetas. Ambos amantes do rock roll. Ambos enlouqueceram os ponteiros de meu coração. A diferença está no tempo, o baiano fez morada em meu peito por quatro anos, o argentino por quatro meses. Intensidades?! Equivalentes.

Hoje, não os possuo. Assim, como a primeira vez que os vi. Meus olhos os tiveram naquele momento efêmero como o raio de luz emanado numa noite de chuva. Meu coração sem abrigo, entregou-se a essas duas almas, metades, muito preciosas. Mas eles se esfumaram como a brisa do tempo. E eu dessa idade jamais culparia o destino. Podia culpar a ação quando me faltara, podia culpar a voz quando silenciara, mas não... Preferi vê-los partir sem nada fazer, como se fosse ordem imutável da natureza. Prometi ao argentino a singeleza de vê-lo, quando separados estamos pelo soberano mar, enquanto eu e o baiano estamos separados por fronteiras que o coração desconhece, somos vizinhos geograficamente. E o coração nunca se esquece, que basta uma chamada para estarmos lado a lado, frente a frente, olho a olho. Tal fantasia desvanece...

Mas como ia dizendo, minha filha, não sei descrever a falta que esses dois musos favoritos me fazem. E, assim, abrí inscrições para musos. Que não me venham aqueles homens cheios de músculos tentando me convencer, logo aviso não vão passar.... Não me venham os intelectuais cheios de suas filosofias para me persuadir, nem adianta insistir... Não vão passar... Mas que venham aqueles cansados da vida cotidiana e que se refugiam num mundo especial, traduzindo-o nas palavras mais doces, compreendidas apenas pelo olhar de quem acredita no amor.

Se possues esse requisito entre, por favor, caso contrário se despeça, seremos amigas, meu amor, comigo não tem essa. Para ser muso tem que romper com o estabelecido, ser, por vezes, subversivo de tudo que é prescrito. E na arte da retórica ser um especialista de almas e corações. É importante ter musos para fugir da solidão.

lunes, 2 de agosto de 2010

Viento, lleva mi falta a ese corazón...



Ojalá fueran verdad las veces que te dije:
- No amo más!
- No quiero más!
- No voy más a verlo!

Cada hora que pasa, la falta invade el pecho,
Siento ganas de decirte te amoooo, hermanito,
Oh de solamnete pelear contigo, nuestra pelea
Silenciosa... Deseo que Dios te bendiga!!!
Y que la espera por más un día sea tan dulce
Como el día de nuetro reencuentro!
Va a reírse de contento hasta la infinidad...
Te amooo y ahora siento de verdad "saudadeeeeeeeee"!!!!
hermanooo lindoooo!!!!!
Besitossssssssssssss en esos ojos lindos, lindos!!!
Del alma de tu hermana!!!!

domingo, 1 de agosto de 2010

Domingo sorprendida por ti

Invadieron mis pensamientos
Tus frases, nuestros momentos
Y pensé cómo te quiero, hermano
Tus mensajes de acalanto, tu risa,
Estima de aquellos de buen corazón!

Pensaba en la ausencia de razón
De sentimiento que no se explica
Se une a noche pérdida en cronómetro
Del tiempo...

Un abrazo, una lágrima, y mucha risa
Deseo escuchar tu voz y verlo
Cuantos millones de quilómetros
Nos aisla? Un nada para quien ama!

Me dijiste ayer no necesitamos escritos
Hoy me acordé de ti y fue tan lindo...
Chico de buen corazón, pienso en ti
Tanta emoción!
Y yo?! Te amo también!!! (lindoooo)