Boa noite, poeta!!! Que a chama que canta a noite e inspira teus sonhos de calor possam ritmar essa brisa que entra e invade com ternura e sabor. Sabor de vinho tinto, seco, que gela ou aquece, sabor que se está longe ou perto enternece. Enternecer? Mas como falaria de sabor do que nunca se provou!!! Ah, corta essa, músicos, poetas e simpatizantes são partes de um lindo caso de amor - harpas antigas que o tempo consagrou!!!! E depois de tanta música, que anima e pulsa era necessário deixar-te dormir para que toda essa fantasia possa sutilemnte teu sonho invadir. E daí te dês conta de para que hoje estou aqui - para embalar teu sono, "bebê"!!!!!!! kkkkkkkk Algo me diz que te arrependerás deverás de teres me revelado tua veia poética...rsrsrs b
Embarques...
martes, 18 de marzo de 2014
lunes, 17 de marzo de 2014
lunes, 10 de marzo de 2014
E o violão guardado no carro ou
no canto do armário não tocou nem uma nota! O cantor silenciou dizendo não
saber cantar... Ela jamais iria acreditar!!!
Mas passou para agradecer as flores matinais e a palavra “DIA”, vinda de um
poeta assumia outra melodia! A de música ora distante, ora presente... Quão
louca a vida da gente! Marcadamente tecnológica numa nota gostosa que cabe
dentro do violão! Ah, agora entendi, porque como contestação, ele, o violão,
silencia e leva a vida vazia de dentro do quarto ou no carro isolado... Muitos
segredos... (rsrs)
domingo, 9 de marzo de 2014
Numa manhã de domingo, acordou o beija-flor mais
apaixonado que nunca. Declamando poesia de amor com a alegria de um condor.
Todos os bichos da floresta se emocionaram. O beija-flor fazia-se bonito por
seu jeito lindo de desfilar pela vida. De repente, surgiu uma cobra muito mal –
humorada e decidiu acabar com a graça do pássaro açucarado.
- Não vejo motivo para tanta alegria- disse a
cobra. Tuas cores, ora amarelas, ora vermelhas não trazem melodia. Trazem tons
de loucura, que amargam a visão de uma pessoa mais velha, matura, como eu!
- Cara cobra, a minha alegria te incomoda apenas
porque ecoam dos meus pulmões coisas vangloriosas, que não foram aprendidas do
fel dos animais. Eu canto o amor que flui em meu ser, junto ao parecer azul do
firmamento. Eu canto o amor que vive em mim nesse momento e, por isso, alegro
meus amigos da floresta.
A cobra irritada com o brilho do beija-flor deu o
bote e a música silenciou. Com a morte do passarinho, o dia lindo fez-se gris,
o verde em luto; O sol, sem alguém para cantá-lo com tanta arte, desmaiou-se e
fez-se chuva. Na floresta inunda a esperança e a saudade do pássaro que se foi!
Só não sabiam os habitantes da floresta que na natureza nada se perde,
tudo se transforma... Uma linda luz consternou o coração da cobra. E de dentro
dela não mais emergia fel, do seu coração brotava o mel, produto da união do
amor contagioso do beija-flor. A cobra jamais soube o que havia acontecido, só
sentia que tinha comido algo muito saboroso que dissolvendo seu veneno a fez
entender que o que de verdade temos: uma
porção de coisas valorosas. Nunca mais picadas, nunca mais foi desditosa. O
beija-flor cumpriu sua missão ecoar o amor no coração de quem tanto a zombou!!
Que calor, essa fábula me tocou...
Moral: Jamais duvides da potencialidade do amor.
O beija-flor e a cobra
Numa manhã de domingo, acordou o
beija-flor mais apaixonado que nunca. Declamando poesia de amor com a alegria
de um condor. Todos os bichos da floresta se emocionaram. O beija-flor fazia-se
bonito por seu jeito lindo de desfilar pela vida. De repente, surgiu uma cobra
muito mal – humorada e decidiu acabar com a graça do pássaro açucarado.
- Não vejo motivo para tanta alegria-
disse a cobra. Tuas cores, ora amarelas, ora vermelhas não trazem melodia. Trazem
tons de loucura, que amargam a visão de uma pessoa mais velha, matura, como eu!
- Cara cobra, a minha alegria te
incomoda apenas porque ecoam dos meus pulmões coisas vangloriosas, que não foram
aprendidas do fel dos animais. Eu canto o amor que flui em meu ser, junto ao
parecer azul do firmamento. Eu canto o amor que vive em mim nesse momento e,
por isso, alegro meus amigos da floresta.
A cobra irritada com o brilho do
beija-flor deu o bote e a música silenciou. Com a morte do passarinho, o dia
lindo fez-se gris, o verde em luto; O sol, sem alguém para cantá-lo com tanta
arte, desmaiou-se e fez-se chuva. Na floresta inunda a esperança e a saudade do
pássaro que se foi!
Moral: Quem sufoca a alegria do outro, enlouquecerá no abismo criado.
sábado, 8 de marzo de 2014
Ser mulher é
leito, cabeceira do rio
Incessante
desafio ser menina, moça, mulher
Mulher que
nutre, mulher que ama, chama
Encantos
vários, a mulher sem embaraços
É força,
vitalidade, energia que rima
Mulher é
vaidade, autoestima!!!!
Mulher que
levanta cedo, mulher burguesinha
Amiga,
vizinha, mãezinha...
Mulher
pulsa, repulsa ousadias,
Mulher na
cozinha? Também...
Mulher na
presidência...
A mulher
Amélia???
Mulher é
colmeia, atmosfera de correntezas
Mulher é
beleza de Atenas, de Salvador
O mundo
mudou!!!
O rio corre
e nesses balanços
Nós,
mulheres, fazemos a travessia
No coração, sonhos...
Na alma,
alegria, de desembocarmos
Longe de
preconceitos...
Agora é
possível ver direito –
A margem do
rio, foi um desafio!!!!!
Feliz Dia
das Mulheresssss!

