sábado, 26 de abril de 2014

Será - Bicho de pé

viernes, 25 de abril de 2014

Ôh, meu bem de tão distante... Onde estás que não respondes? A noite, tua confidente, não dialoga mais comigo... Sei, sei... Que martírio!!! Imerso em declarações e fotografias do passado Meu retrato, aquele que um dia iluminou teu dicionário De músicas e encantos esmaeceu... Como qualquer folha esquecida pelo tempo... Busco por teus músicos preferidos Azevedo e outros Com intuito de encontrar respostas ou notícias sobre ti... Engano!!!Todos a seu favor deixam-me apenas gostos... Do que foi e não se realizou... Uma alquimia indistinta de noite de carnaval... Eu devia ter atentado que amores de carnaval, ah... São amores de carnaval!!!! E agora aqui nessa manhã de sexta-feira enquanto fazes declaração, A quem irei declarar o meu amor de carnaval??? Ao meu bem tão distante... Àquele que me prometeu ser melhor amigo... Hoje um livro de silêncios e fantasias... E para que comecei a escrever mesmo, meu bem? Para que essa noite, madrugada me traga notícias tuas! Eu não podia te dizer, mas é que esse silêncio, essa saudade que invade, Das faltas de madrugadas e fim de tarde me “botam comovida como o Diabo”! E quando vejo já disse tudo isso, quando o que eu queria, na verdade, dizer era - bom dia, Vida!!! Inevitavelmente, te tornaste minha poesia... Especial e perigoso... Gosto de ... “ dúvida e medo” rs!!!!! Besteiraaa, esse meu jeito poético de dizer que enquanto tua lembrança Rimar em mim... Virei aqui e saberás!!! Responder é uma opção tua!!!!

martes, 15 de abril de 2014

Em seara desconhecida, nasceu uma flor. Flor que diziam ser minha, mas em realidade eu não sabia. Que em mim havia era uma curiosidade infinita em descobrir onde residia o mistério.
Instigada pelas cartas do Mundo de Sofia, eu buscava um sentido para aquela estranha poesia. De onde viria a poesia, perguntava meu coração. Porém meus olhos, muito presos, aos fatos, perguntavam outras coisas...
Que representava o silêncio? O encerramento das comunicações? Eu não sabia... Tampouco gostava de silêncios. O silêncio lembrava-me as brincadeiras de fim de tarde, em que guardava as bonecas numa sacola e terminava a brincadeira.
Eu não sabia se havia terminado o estado de encantamento. Estava certa de que foram bons momentos. Mas, momentos são momentos, não é mesmo?
Recostada em minha poltrona, onde as ideias repousam feito pássaros, vejo a ideia da flor em compasso literário. Teria sido um acaso, meu caro? Se eu fosse um homem, diria obrigado, como não o sou fico com o verso raro, do verso insinuado e não dito.
Espírito, espírito de artista... Devia tá acostumada... São tantas músicas, palavras... Que o silêncio nos coloca na contramão da flor ofertada por mão desconhecida do tempo!
Momentos...


Adriana,