miércoles, 10 de abril de 2013

Meu querer é uma porta aberta dessas que abrem, quando convém; meu querer tem chaves secretas, me tranca ou liberta como ninguém. Meu querer às vezes emperra e não há chaveiro que o faça consertar. A última vez que meu querer emperrou foi por um "Amor-Chaveiro" desses sujeitos que têm as chaves de minhas muitas portas... E o corpo gosta! Dono de uma melodia gostosa que me envolve de rosas e me faz tocar os céus. Desconheço a natureza desse sentir - épico e suave- gosto de mel. Ainda não sei se serias chave ou quebra-cabeça, por incrível que pareça, sua lembrança é de preciosa delicadeza, só de pensá-la faz-se rara e incondicionalmente interessante, chave de ouro ou diamante esquecida na estante pelos autores dessa história.

P.S: Perdoe-me se os textos parecem bobos, e são, eu sei...Ocorre que essas coisas que digo são páginas de um livro suprimido uma vez! Escrever-te não me dá trabalho, apenas acontece...Sem a febre das grandes paixões, nem a pieguice de quem deseja impressionar, meu canto é música de quem não te conhece, apenas te sente ou percebe... ( Que bonito versejar !!!).

lunes, 8 de abril de 2013

Jason Miles

domingo, 7 de abril de 2013

Enamorar-se é feito queda em precipício. Você se prepara, decora cada palavra de onde não pode errar. Mas basta esbarrar-se no sorriso do precipício que nosso coração, independente da idade, age como menino e se lança nos braços do vento com intento de receber um afago. No mundo fantástico, não hás precipícios, até porque os heróis são imortais. No mundo fantástico, há o meu desejo e minha poesia em consonância com a chuva ou qualquer aventura que me leve a você. Meu precipício, se é que há, foi tentar entender a magia das àguas que fez tua alma encantada ser vista por meu olhar. Odeio voltar a escrever, paradoxalmente, após ter parado por você... Que vou fazer? Eu e minha vontade de escrever acompanhada de abismais inspirações que só tu me fazes perceber.... Boa semana!!!!

jueves, 4 de abril de 2013

Mais uma vez estou aqui... É que estranhamente gosto de ti: o menino que tinha gosto de poesia! Pensei ter sido um devaneio a noite em que te conheci e feito as irmãs da Cinderela que esperaram ansiosamente pela hora singela da meia-noite, eu esperei para ver se o encanto se desfaria – não se desfez. E hoje és tu minha imagem preferida, meu verso, minha poesia que me convida a escrever. És a pena da poeta, és o ar de minha janela que ventila o meu ser. És manhã em meus pensamentos, os versos de contentamento que me fazem enternecer. E ainda que Fernando Pessoa tenha me alertado que “todas as cartas de amor são ridículas”. Sinto-me na obrigação de pedir-te desculpas pelo ato indevido de traduzir infinitos conjuntos que me fazem suspirar. Ah, ah, ah... Quanto tempo não escrevo, sinto vontade de contar a consagração do instante primeiro em que te vi. O menino de beleza ao quadrado (se é que me entendes...). Me enamora demasiado tua beleza de alma, a beleza que invade minhas memórias, me faz dizer assim essas coisas simplórias que dá brilho ao meu dia e espero que ao teu. Se você já percebeu és o Romeu dos devaneios da Drica... (rs!) P.S: Estás PROIBIDO de mandar eu parar, eu que escrevo desde pequeninha, como diz Shakira, “me enamorei por primeira vez ao quatro anos”, sorrio quando vejo as pessoas se queixando por não encontrarem alguém especial, eu me queixo quando não há alguém genial que me suscite a vontade de escrever, o verso a mim se impõe.... E eu só faço dizer!!! Bj, “Seu Lindo”!