viernes, 9 de mayo de 2014

Agora, de manhã, tive um pensamento sem noção, quando buscava no guarda roupa uma blusa de cor BRANCA em manifestação de paz pela morte da professora Andréa assassinada semana passada. Embora, eu celebre e acredite veementemente na energia das cores, perguntei-me quanto branco ainda seria preciso para conter a “estupidez humana?”.  Se o vermelho que expressa amor se rendia ao vermelho sangue da violência, perdoe-me todos, mas eu pouco acreditaria na aparência da renda que colocaríamos em nosso corpo hoje. Gostaria, de verdade, de conhecer as cores da igualdade social, da melhor distribuição de renda, do amor ao próximo, do respeito à coletividade. Ora, mas a vida não é uma escola de arte, né? E enquanto ela não nos ensina as cores de sermos melhores, vamos ficando assim, cada vez mais gris, cada vez mais endurecidos e retorcidos pela nossa indiferença ao semelhante.  

martes, 6 de mayo de 2014

Prêmio Jabuti 2009!
“Quem não pode suportar a dor da separação não está preparado para o amor. Porque o amor é algo que não se possui, jamais. É evento de graça. Aparece quando quer, e só nos resta ficar à espera. E, quando ele volta, a alegria volta com ele. E sentimos então que valeu a pena suportar a dor da ausência, pela alegria do reencontro.”
Rubem Alves in Ostra feliz não faz pérola

sábado, 3 de mayo de 2014

Siddharta

viernes, 2 de mayo de 2014